andei pensando agora a pouco sobre tudo aquilo que anda invadindo minha mente e tomando conta de mim e derrepende até meu corpo se move com as emoções e conclusões que tenho sobre a vida,
como dizia o poeta o que sei da vida é nada mais do que as minhas próprias experiências errantes, sabe
eu concordo plenamente, é engraçado como me sentia estranha aquela sensação de uma pessoa infeliz
que quando se depara com a felicidade tem medo de desfrutar dela alguém que ama mais o sofrimento do que a ideia de alcançar seus sonhos, mais hoje não! por todo o momento que vivo agora me sinto tão digna da minha felicidade e não finjo se existe alguma beleza nessa vida é os sentimentos tenho isso em mim desde muito menina os meus sentimentos a forma com que os vivo me torna merecedora da felicidade hoje lendo coisas que escrevi a 2 anos atrás me sinto outra pessoa.
eu era dona de uma inocência e certeza sabe aquele tipo de pessoa que acha que tem respostas pra tudo e que quer pregar princípios moralistas pois é, mais é bom ver toda a minha revolta passada por coisa alguma isso me levou a um estabilidade emocional, engraçado que hoje sinto uma força dentro de mim que não achei que ninguém próximo de mim poderia ter, depois que se vence a si mesmo vencer o mundo é uma tarefa não tão complicada, hoje joguei fora toda a minha vontade de querer ser mais velha pra assim ser notada, pensamento bobo não ? mesmo com todas as incertezas não existe coisas mais linda que a juventude eu sempre levei comigo os conselhos dos mais vividos aqueles que viveram a vida de toda a plenitude de espírito e de repente as opiniões não tão importantes não me abalam mais, só o que guardo em mim é a felicidade até mesmo das coisas que irei conquista das minhas lutas futuras isso é digno de quem nasceu pra viver ,não pra quem apenas ocupa espaço o que me deixa extremamente feliz é o fato de que daqui a uns anos posso ver isso e por mais que minha linha de raciocínio não seja a mesma a essência nunca muda por isso prometo escrever até o fim da minha existência humana!
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